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 Perfect Illusion;

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MensagemAssunto: Perfect Illusion;   18th Junho 2017, 9:53 pm

Kyouka, Genso
DADOS BÁSICOS

Alcunhas: --
Gênero: Masculino.
Idade: 14.
Estado: Vivo.
Clã: --
Kekkei Genkai: --
Vilarejo: Folha.
Braço dominante: Destro.
Bijuu: Nenhuma.
Graduação: Chūnin.
Times: --
Peso: 177 cm.
Altura: 62 kg.
Habilidade: Akagan.
Tipo Sanguíneo: O
INFORMAÇÕES BÁSICAS

APARÊNCIA


PERSONALIDADE
APÁTICO. INABALÁVEL. EGOCÊNTRICO. ARROGANTE.

HISTÓRIA

Existem livros que contam boas histórias. Toda fábula que li quando criança começava com 'era uma vez' e terminava com um final feliz, mas o que vou lhes contar não tem um começo, sequer, um fim.

Nasci no País do Fogo, neto do senhor feudal. Aos cinco anos já era capaz de ler e escrever facilmente, podia também fazer leitura labial e de sinais. Essa raridade despertou a curiosidade de meu pai, que como um bom homem, me doou à um centro de pesquisas. Dentro daquela sala de ferro, chumbada à parafusos de oitenta milímetros, com paredes emborrachadas de coloração branca, lá dentro, na solidão e acompanhado da minha própria presença, posso afirmar que me mantive por três meses. Aprendi a contar as horas ao ver as pessoas passando além dos vidros temperados e blindados que cercavam a sala. Todos os dias um funcionário chamado Hironi passado em meu lado esquerdo, algumas vez cantarolando alguma música, essa que muitas vezes fora uma de ninar, indicando que possivelmente era pai de um filho, ou melhor, uma filha. O filho escolheria histórias, não melodias. Ao meio dia Kona, a cozinheira, passava pela vidraça central para acionar o alarme de almoço, a refeição que saia sempre no mesmo horário em ponto. O barulho de inúmeros funcionários se direcionando à sala fazia com que o chão tremesse. Podia identificar quantos iam até o refeitório só de sentir a vibração do chão em que me sentava; quarenta e quatro. Nanori ficou para trás, o último para formar os quarenta e cinco funcionários. Responsável pela parte administrativa, Nanori sempre ia almoçar meia hora depois, indicando o badalar de meio dia e meia, além dos quarenta segundos de dianteira dos funcionários. Na volta dos funcionários já havia se passado uma hora, tempo que eles tem para descanso, enquanto Nanori teria duas horas a mais. Os funcionários iam embora sempre no mesmo horário, notando-se que a luz se enfraquecia nos vidros, diferente de como era de manhã, foi fácil perceber que já era sete horas da noite. Kagero, um vigia do local sempre fazia sua ronda ao redor da sala às nove, repetindo sua ronda às onze após seu lanche. Ele sempre comia dango com cobertura de canela, onde se distinguia pelas manchas deixadas na altura do pescoço, possivelmente por uma mordida falha, ou melhor, as mãos trêmulas, elas tremem quando seguram algo em grande altitude, por isso se lambuzava tanto. A noite se encerrava com todas as luzes se apagando, ao fim da meia noite, quando o relógio atingia exatos dois segundos a mais; que simétrico.

Aos sábados minha diversão era garantida. Vários cientistas adentravam ao meu recinto em prontidão para observarem meu comportamento, mas foram quatro vezes seguidas que de lá saíram desapontados. Não houveram testes que duraram mais de quatro segundos, aliás, houve um que durou cinco, mas quem imaginaria que a ponta do lápis quebraria tão de repente. No dia seguinte ao sábado, domingo, pra ser mais exato, apareceram outros dois cientistas acompanhados de meu pai. Eles sussurravam várias coisas, podia entender tudo que diziam através de seus lábios e expressões. Eles diziam: 'Ele é apenas uma criança'; 'Que tipo de criança é capaz de fazer algo assim?'; 'Temos que começar o processo de desenvolvimento agora!'; 'Tem certeza que deseja isso com seu filho, meu senhor?'; 'É claro que tenho!'.


Era outro sábado, o último sábado que posso me recordar. Dois cientistas adentraram em meu espaço, onde só pude me manter como sempre estive: parado. Injetaram algo em minhas veias, se fosse deduzir pela coloração da substância, poderia jurar que era composta por lírios da lua que Aoki cultivava em nosso jardim. Quando ia acompanha-lo em sua tarefa de irrigação das plantas, lembro-me vagamente de uma vez em que ele me disse que o pólen desse lírio tinha efeitos anestésicos de grande potência. Aguardei para crer, e como de costume, estava certo.

Em um instante o breu devorou minha visão. Meus ouvidos eram meus aliados, os únicos. Algo atrapalhava minha audição, parecia que várias camadas de tecido estivessem cobrindo meus ouvidos, toda sonoridade estava sendo abafada. Bolhas? Ah sim, estava submerso dentro d'água como um objeto em observação. Fascinante. Típico de cientistas amadores, cegos, incapazes de notarem a essência rara que habitava esse corpo infantil. Conseguia medir as batidas do meu coração pela respiração, e a respiração pelas bolhas que ouvia subindo. Meu corpo? estava ótimo. Para eles eu era como um boneco de vidro, qualquer toque descuidado poderia quebrar toda a estrutura e suas esperanças e expectativas de uma nova descoberta iriam pro lixo, além do mais, a responsabilidade de lidarem com o neto do senhor feudal era enorme.

Vagamente pude ouvir, depois de horas, um interruptor ser desligado. A ronda de Kagero estava sendo feita novamente, estranho era ter chegado até aqui. Ele fora pago para me vigiar ou apenas estava com pena de uma pobre criança? Vagos sentimentos humanos, expostos de maneira medíocre, sentindo pena de alguém que se quer necessita; guardasse para si mesmo, era mais merecedor. O som irritante de algo se quebrando, isso aconteceu segundos depois da ronda de Kagero, essa que ainda não havia terminado. O barulho ensurdecedor das sirenes indicavam a urgência da situação. As paredes de ferro eram tingidas pelo vermelho do alarme, deixando o local com um tom emergencial. A água que antes me interrompia de ouvir estava sendo liberada, podia sentir meu corpo pesado, mas não tanto quanto eram meus olhos. Estive pendurado por vários fios, tubos e uma grossa máscara de oxigênio até que finalmente o vidro se quebrou inteiro, espalhando cacos de vidro translúcidos, brilhantes ao refletirem com a luz, tonalizando algo cristalino. Meu olho direito foi o primeiro a se abrir, vagaroso, parecia pesar uma tonelada. Em poucos instantes, quando a visão pudera deixar de ser turva, já estavam lá, um grupo enorme de cientistas trajados de branco, com máscaras de gás e um óculos de proteção escuro que impossibilitava de identifica-los. Caminhei pelo vidro, sentindo os cacos cortarem minha pele, sentindo-me vivo. O sangue demarcava meu caminho, enquanto para trás deixava rastros da minha existência. Ao meu lado, em cima de uma mesa branca havia uma arma, seu corpo similar à um tridente, essa que despertou meu interesse momentâneo, cortando a vontade ensandecida que me despia; era o momento.


O cenário havia mudado, foi a primeira vez que entendi o significado da palavra harmonia. O lugar me trazia paz. Corpos enfeitavam toda a sala, alguns no chão e outros nas paredes; cravados. O sangue foi como tinta, pintou a parede esbranquiçada, como um degradê. Diante de vários cadáveres, apenas uma criança, com as mãos e a camisa banhadas de sangue, a cor escarlate. Meus olhos eram manchados da mesma cor, ou melhor dizendo: eram abençoados pela mesma cor. Olhos vazios e profundos, tão similares à um abismo que poderiam surpreender alguém que os visse. O sorriso macabro e infantil estava grudado em meu rosto, como um quadro, onde meu corpo seria a própria parede. Com os pés ainda sangrando me encaminhei à porta, demarcando meu caminho a cada vez que pisava. Em meio do vazio de vida daquela sala, me despedi.

Passando pelos corredores pude presenciar alguns Déjà vu, os senti correndo pela pele como se fossem roupas, jurava ser capaz de recriar a presença física de cada um que antes passou por ali enquanto me tratavam como um pássaro engaiolado. Refaço os passos deles; Hironi, Kona, Nanori, Kagero, os cientistas observadores, meu pai e os fantasmas de experiências falhas que me rondavam na madrugada fria. A liberdade estava além daqueles corredores barulhentos feitos de ferro. Estava pronto para desaparecer do mundo, abrir novas portas e trilhar um caminho de verdade. Queria me isolar da estupidez humana e da ignorância que esses seres tem com a mesma espécie. Meros primatas, jamais serão capazes de compreender uma mente que está anos luz à frente. Hoje me despeço de todos. Aqui jaz Kaydo, o neto do senhor feudal, ao mesmo tempo cá se cria uma nova vida, Genso, Kyouka Genso, o intermédio entre o céu e o inferno.


Onze anos se passaram e me abriguei na aldeia da folha. O lugar era mais evoluído, mas nem tanto quando poderia suportar. Era enorme, comparada com minha casa, sendo duas ou três vezes maior. Com certeza era mais aconchegante, não havia mais paparicos e mimos. Nessa terra de ninguém sou como eles; um ninguém.


CONHECIMENTOS
Genjutsu, Clã, Vila;

BOLSA DE ARMAS
Kunai (x5)
Shuriken (x10)
Senbon (x15)
Makibishi (x5)
Kemuridama (x2)
Bomba de Luz (x1)
Kibaku Fuuda (x5)
Makimono (x3)
Fios de Aço (20m)
QUALIDADES & DEFEITOS

QUALIDADES 4/4
-- Perito em Genjutsu (-2);
--Experiência em Batalhas (-1);
-- Concentração (-1);
-- x;
DEFEITOS 4/4
-- Horrível em Taijutsu (-3);
-- Mentiroso Compulsivo (-1);
-- x;
DATABOOK

[01] Ninjutsu
[01] Taijutsu
[04] Genjutsu

[02] Velocidade
[03] Inteligência

NATUREZAS ELEMENTAIS

Primeira Natureza: --.
Segunda Natureza: --.
Terceira Natureza: --.
Kekkei Genkai Elemental: --.
Afinidade Elemental: --.
HABILIDADES SECUNDÁRIAS

Primeira Habilidade: --.
Segunda Habilidade: --.
MISSÕES REALIZADAS

[03] Rank D
[03] Rank C
[00] Rank B
[00] Rank A
[00] Rank S
JUTSUS, KUCHIYOSES, ITENS & AFINS

Habilidade:
 
Jutsus Básicos:
 
Gen:
 
Invocação:
 
Criados:
 
Arma Lendária:
 
ESPECIALIDADES

Primeira Especialidade: --.
Segunda Especialidade: --.
LINKS NECESSÁRIOS

-- [Rank D]Coletando
-- [Rank D]Professor Substituto
-- [Rank D]Coleta de Ervas
-- [Rank C]Traidores
-- [Rank C]O Jovem Piromaníaco
-- [Rank C]O Herdeiro do País


Última edição por Ashes em 19th Junho 2017, 11:15 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Perfect Illusion;   18th Junho 2017, 11:04 pm

Ficha aprovada.
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